Um motor diesel naval operando na Noruega desenvolveu aumento da pressão do cárter e névoa de óleo visível na entrada durante a execução prolongada.
A inspecção inicial mostrou que a passagem respiratória principal do cárter não estava obviamente bloqueada.
Como o fluxo de ar através do respirador existia, o sistema foi inicialmente considerado funcional.
O diagnóstico posterior mostrou queO fluxo através do sistema e a separação efetiva do óleo eram duas questões diferentes..
A atenção mudou para o separador de óleo centrífugo.
Alguns sistemas de ventilação fechados de carrinho usam um separador centrífugo para remover as gotas de óleo dos gases que passam.
O processo pode ser simplificado:
Gases do cárter → Rotor do separador → Separação centrífuga → Óleo devolvido → Gás mais limpo enviado para a frente
Se o rotor não girar corretamente, o caminho do gás pode permanecer aberto enquanto a eficiência de separação cai.
Isto pode criar uma situação enganosa quando o sistema não está bloqueado, mas ainda assim está a funcionar mal.
Os possíveis defeitos podem incluir:
Por conseguinte, os técnicos verificaram se o separador desempenhava efectivamente a função dinâmica pretendida.
Um separador estacionário mas sem obstruções não é equivalente a um separador saudável.
Se as gotículas de óleo não forem separadas de forma eficaz, mais lubrificante pode viajar com os gases do cárter para a entrada.
Os resultados possíveis incluem:
Ao mesmo tempo, um mau funcionamento do separador pode alterar as características de ventilação da câmara de válvulas e contribuir para alterações de pressão.
Os motores a diesel marítimos podem funcionar continuamente durante longos períodos.
Isso permitiu que a transferência de óleo e as mudanças de pressão do cárter se acumulassem gradualmente.
Um teste de porto curto poderia mostrar um respirador aberto, sem conseguir reproduzir o problema de separação de óleo que se desenvolveu ao longo do tempo.
Os técnicos também consideraram:
O rotor do separador não foi considerado a única causa possível.
A neblina de óleo que entra na entrada pode influenciar a aparência da fumaça e da combustão.
Esses sintomas podem ser confundidos com excesso de combustível.
Contudo, os injetores diesel não podem corrigir um problema de transferência excessiva de óleo lubrificante originado na ventilação do cárter.
Este caso marinho norueguês destaca um importante princípio de diagnóstico do sistema:
Uma passagem pode estar aberta enquanto o componente dentro dessa passagem é funcionalmente ineficaz.
O diagnóstico da ventilação do cárter deve, por conseguinte, avaliar tanto o fluxo de gás como o desempenho da separação de óleo.
Falhas no rotor ou na função de separação podem existir enquanto o gás ainda passa pelo sistema.
Sim, mais névoa de óleo pode permanecer arrastada nos gases da carrinha se a eficiência de separação cair.