Caso da Frota Brasileira de Diesel: Ruído do DPF Foi Atribuído à Retenção do Substrato em Vez de Restrição do Escape
Caso da frota brasileira de diesel: o ruído do DPF foi atribuído à retenção do substrato em vez da restrição do escape
O sistema de pós-tratamento fez barulho sem mostrar restrição de fluxo
Um veículo diesel comercial que operava em estradas regionais acidentadas no Brasil desenvolveu um chocalho metálico ou cerâmico a partir do conjunto de pós-tratamento.
A primeira preocupação foi um DPF danificado ou restrito.
Contudo, o comportamento da pressão diferencial e as verificações relacionadas com a regeneração não indicaram uma clara restrição do caudal.
O ruído também muda mais fortemente com o impacto na estrada do que com a carga do motor.
Isso mudou a investigação dedesempenho do caudal de escape para retenção mecânica dentro da lata de DPF.
O substrato do DPF deve ser seguramente mantido dentro da caixa
Um conjunto típico de DPF contém:
Caneta de metal → Material de suporte/de retenção → Substrato cerâmico
O sistema de retenção é concebido para:
- localizar o substrato;
- Acomodar a expansão térmica;
- Reduzir os choques mecânicos directos;
- e manter um apoio controlado.
Se esse apoio perder a sua eficácia:
Veículo bate em estrada → Can se move com chassi → Substrato se move em relação à caixa → Rassol interno se desenvolve
O fluxo de escape pode permanecer relativamente normal.
A comparação entre choque e acidentes de trânsito tornou-se a principal ferramenta de diagnóstico
O sintoma foi comparado em várias condições:
Ensaio do motor estacionário
O ruído era limitado.
Aumento da carga do motor enquanto está parado
Não se verificou uma relação forte entre o fluxo de escape e a intensidade do chocalho.
Operação em estrada irregular
O barulho tornou-se muito mais óbvio.
Este padrão sugeriu que a vibração e o impacto eram desencadeadores mais fortes do que a restrição do escape.
Os suportes externos foram verificados antes de abrir o limite de falha
Os técnicos analisaram:
- cabos de escape;
- Escudos térmicos;
- secções flexíveis;
- pinças;
- e contato do chassi próximo.
Esses componentes podem produzir ruídos muito semelhantes.
Quando eles permaneceram seguros, o limite de falha se mudou para dentro do alojamento de pós-tratamento.
A retenção mecânica do substrato tornou-se o foco
A inspecção identificou indícios consistentes com o movimento entre o substrato e a sua estrutura de conservação/suporte.
As possíveis causas deste tipo de falha podem incluir:
- esterco de apoio degradado;
- alteração da condição de fixação;
- Danos causados pelo ciclo térmico;
- craqueamento de substratos internos;
- ou reparação de pós-tratamento anterior.
A construção exata varia de acordo com o fabricante do DPF.
Por que a pressão diferencial normal não eliminou a culpa
A pressão diferencial avalia a resistência ao fluxo de escape.
Não mede quão firmemente o substrato cerâmico é mantido dentro da casca metálica.
A principal distinção foi:
O DPF não consegue passar o escape corretamente
contra
O DPF passa pelo escape, mas a sua estrutura interna está a mover-se mecanicamente.
Decisão de reparação
O componente de pós-tratamento foi submetido a manutenção ou substituído em conformidade com os requisitos do sistema aplicáveis.
Após a reparação, a verificação incluiu a operação estacionária e os ensaios de estrada em condições capazes de reproduzir o cascalho original.
Caso para levar
Este caso da frota brasileira demonstra por que os diagnósticos de pós-tratamento não devem tratar todas as queixas de DPF como um problema de fuligem, cinzas ou pressão.
Quando a pressão diferencial for normal e o sintoma seguir um choque de estrada, os técnicos devem considerar a possibilidade desuporte mecânico do substrato no interior da lata.
Perguntas frequentes
Um DPF pode estremecer sem ser bloqueado?
Os movimentos mecânicos internos podem ocorrer independentemente da restrição do escape.
Pode um gancho de escape externo fazer um ruído semelhante?
Sim, os suportes externos devem ser excluídos antes de condenar o DPF internamente.